Como nunca, nossos idosos estão em evidência. Por isso estou publicando novamente o posicionamento da NSCA sobre treinamento de Força para Idosos. .
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O objetivo desse posicionamento é fornecer uma visão geral da literatura atual e , avaliar as variáveis do programa de exercícios e fornecer recomendações baseadas em evidências científicas para o treinamento de força para Idosos.
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Em resumo, esse novo posicionamento mostra que combater o desuso muscular através do treinamento de força é uma poderosa intervenção para combater a perda de força muscular e a perda de massa muscular (sarcopenia).
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1- Um programa de treinamento de força (TF) prescrito adequadamente, com orientações apropriadas para progressão e execução dos exercícios é seguro para idosos saudáveis
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2- A prescrição deve ser individualizada e periodizada, considerando as seguintes recomendações: 2 a 3 séries; 1 a 2 exercícios para grandes grupamentos musculares; intensidade de 70-85% de 1 repetição máxima (1RM); 2 a 3 vezes por semana; incluindo exercícios de potência realizados com velocidades mais altas e intensidade moderada (40 a 60% de 1RM)
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3- Os programas de TF para idosos devem seguir os princípios da individualidade, periodização e progressão
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4- O TF pode atenuar alterações na função contrátil, atrofia e morfologia muscular decorrentes do envelhecimento .
5- O TF pode aumentar a força, a potência e o desempenho neuromuscular de idosos
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6- As respostas ao TF são mediadas por adaptações neuromusculares, neuroendócrinas e hormonais
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7- O TF melhora a mobilidade, o desempenho físico, a realização das atividades da vida diária e preserva a independência dos idosos
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8- O TF previne lesões e eventos indesejados, como quedas
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9- O TF pode melhorar o bem-estar psicossocial de idosos
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10- Os programas de TF podem ser adaptados para idosos com fragilidade, limitações de mobilidade, comprometimento cognitivo ou outras condições crônicas
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Procure sempre a orientação de um Profissional de Educação Física (de preferência especializado na área).
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Tem muito mais informações lá no artigo (lembrando que é de livre acesso). .
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